Ser politicamente correcto é algo que por vezes sinto falta que esteja mais incutido na sociedade em que vivemos, todos nós nos queixamos dia após dia sobre dos problemas que temos, dos desgostos, do transito e de pequenos contratempos, que na maior parte das vezes nem o são. Isto tudo leva que a sociedade tenha uma atitude muito reivindicativa e de ‘queixinhas’, natural, mas por vezes exagerada. Estas situações levam que haja um esquecimento do nosso verdadeiro papel como cidadãos, esquecendo os cinquenta – cinquenta da balança, esquecendo mea culpa que tem de estar presente ‘dentro’ de nós, tudo porquê a verdade não é suprema e nós não somos o detentores da mesma.
Quantas vezes engolimos sapos, uns mais pequenos que outros, alguns mais azedos ou de digestão complica, demorando dias, semanas e meses de angustia e ironia, insatisfação e má disposição, típica neste tipo de síndrome social.
Esses sapos alimentam, sem eles não havia aprendizagem, cuidado não podemos comer em demasia!
O reverso da medalha e ‘parente pobre’ das boas maneiras, chamado por muitos como o ‘politicamente incorrecto’, ‘incendiário’ ou no popular ‘sacana’, que usamos diariamente para caracterizar aquele que reivindica, questiona ou simplesmente exige aquilo que é mais correcto (ou não), está sempre na boca do povo para descrever todos aqueles que nós rodeiam. Mas será que esse 'sacana' não é bom samaritano?
O lado negativo do politicamente correcto é mal aceite e contra os meus princípios de diplomacia, que tenho sempre presente no meu dia-a-dia, embora por vezes sinta uma necessidade extrema de reivindicar tudo aquilo que tenho direito como cidadão fazem com que me transforme, dizendo algumas verdades e gritando bem alto o meu nome, que vale o mesmo que muitos outros que são referência para ignorantes.
Conclusão :
Custa-me muito ver coisas que são feitas por vontades de uns…custa-me mais quando não é dado o devido valor, quando não se questiona aquilo que é preciso e quando se faz coisas de fachada para enganar aqueles que vivem vidrados com estereótipos criados pela “micro” sociedade em que vivo… tenho culpa? Sim… infelizmente estou inserido na mesma… ( 90% das vezes como agente passivo)
2 comentários:
e assim morre um blogue?
hmmm...será? será que é assim que morre um blogue?
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