segunda-feira, 2 de março de 2009

Atrás

Afundado num mar de esperanças,
ouvia alegremente a minha voz de criança
com sonhos, risos, alegrias
perdidas no tempo onde a magia existia.

Foram risos ternurentos sem malícia
melodiosos como pássaros que chilreiam no campo
à espera de um sitio de mil encantos
onde se respira liberdade

Campos verdes onde reina a harmonia
de sentidos, verdades, amores e alegrias
com caminhos sinuosos, pedras e obstáculos
que fazem da vida um grande espectáculo

1 comentários:

miguel, miguel miguel disse...

um dia escrevo um destes ;)

não sei se sabes, está a decorrer um concurso de poesia no site
http://poesiaemrede.no.sapo.pt/

o tema são as crianças. li o poema e lembrei-me. participa, eu tb vou participar :D

Até logo