De braços abertos, esperava atenta
Olhos cor de terra, e cara terna
De brando respirar, espera atenta
Por algo que não sabe se a desperta
De olhos fechados ouvia a letra certa
Com uma estranha melodia e batida incerta
Com as mãos escrevia a letra certa
Para algo que batia com bastante veemência
Alegremente rodopiava com a vida
Esperando que alguém a puxe pela mão
E rodopie com ela sem dizer não
Até os primeiros raios da manhã
1 comentários:
Li o poema! E diga-se de passagem que ... gostei muito! Hehe!
Quiçá não fazemos o tal "projecto" :)
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