domingo, 11 de janeiro de 2009

Espera

De braços abertos, esperava atenta

Olhos cor de terra, e cara terna

De brando respirar, espera atenta

Por algo que não sabe se a desperta


De olhos fechados ouvia a letra certa

Com uma estranha melodia e batida incerta

Com as mãos escrevia a letra certa

Para algo que batia com bastante veemência


Alegremente rodopiava com a vida

Esperando que alguém a puxe pela mão

E rodopie com ela sem dizer não

Até os primeiros raios da manhã

1 comentários:

ηatalie αfonseca disse...

Li o poema! E diga-se de passagem que ... gostei muito! Hehe!
Quiçá não fazemos o tal "projecto" :)